
Amor, estranho amor...
como pode ser tão intenso??
Quando a favor dos enamorados, faz com que sejam um pouco deuses.
Ambos enaltecem o que há de mais puro nos sentimentos,
apreciam tudo que os cercam,
vêem a grandeza do outro, de si, do que é simples...
se emocionam com a vida,
compreendem a intensidade de um sorriso, de uma lágrima,
a perfeição de um momento (tão efêmero e ao mesmo tempo imortal).
Passam a viver e não somente a existir...
Amor esse que quase mata, é verdade!
Mas de prazer, de rir, sentir...
e permanece se equilibrando no quase...
Amor, estranho amor...
quem é você que na maioria da vezes nos engole, nos consome,
nos leva ao nosso mais profundo inferno
(dor, tristeza, descrença generalizada).
Você que mata algo em nós “eternamente”...
e que por um longo e minucioso tempo se diverte com a
fragilidade humana como o mais cruel e perfeccionista dos sádicos.
AMOR...
Quem nunca provou do seu gosto?
Quem nunca morreu por você?
Quem é que nunca voltou à vida pela simples possibilidade de senti-lo mais uma vez?!!
Uma busca incessante por esse que,
por falta de definição melhor,
é justificado pelo termo AMOR....
O amor tem razões que a própria razão desconhece,
já dizia o genial escritor.
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