quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Amor... estranho amor....





Amor, estranho amor...

como pode ser tão intenso??


Quando a favor dos enamorados, faz com que sejam um pouco deuses.

Ambos enaltecem o que há de mais puro nos sentimentos,

apreciam tudo que os cercam,

vêem a grandeza do outro, de si, do que é simples...

se emocionam com a vida,

compreendem a intensidade de um sorriso, de uma lágrima,

a perfeição de um momento (tão efêmero e ao mesmo tempo imortal).


Passam a viver e não somente a existir...

Amor esse que quase mata, é verdade!

Mas de prazer, de rir, sentir...

e permanece se equilibrando no quase...


Amor, estranho amor...

quem é você que na maioria da vezes nos engole, nos consome,

nos leva ao nosso mais profundo inferno

(dor, tristeza, descrença generalizada).

Você que mata algo em nós “eternamente”...

e que por um longo e minucioso tempo se diverte com a

fragilidade humana como o mais cruel e perfeccionista dos sádicos.


AMOR...


Quem nunca provou do seu gosto?

Quem nunca morreu por você?

Quem é que nunca voltou à vida pela simples possibilidade de senti-lo mais uma vez?!!

Uma busca incessante por esse que,

por falta de definição melhor,

é justificado pelo termo AMOR....



O amor tem razões que a própria razão desconhece,

já dizia o genial escritor.



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